Esporte

Ídolo juvenil do futebol do Oriente Médio fala a TV Nils e migra para Bélgica. Veja!

Apresentador da TV Nils falou com o Mohammed Samir pelas redes sociais

Atleta de futebol do Helal Sports Club, da cidade de Gaza, na Palestina, Mohammed Samir Matar, 14 anos, apesar da pouca idade já chama atenção do mundo para seu futebol elegante, clássico e de estilo. O jovem talento tem feito atuações espetaculares no meio de campo do Helal Sports Club. Seguido por muitos fãs de outras nações em suas redes sociais, Mohammed Samir Matar costuma se comunicar com todos em inglês e espanhol, com uma simpatia impar, contagiante, o que torna suas páginas na internet bastante visitadas e com comentários que estimulam e valorizam o jovem craque palestino.

O Helal Sports Club, agremiação que atua Mohammded Samir Matar, tem revelado grandes talentos que chamam atenção na Palestina, mas que também já estão à vista dos olhos do mundo. Participações em competições em outras nações também tem feito com que os atletas apareçam, como o caso de Mohammed Samir Matar.

Falando ao jornalista brasileiro Reinaldo Barros Torres, do portal de notícias Tribuna do Nordeste e apresentador do TV Nils Esporte, programa da TV Nils (http://tvnils.com.br),  nas segundas-feiras, das 18 as 19 horas, Mohammed Samir Matar disse: “Tenho uma grande admiração pelo futebol do Brasil, como muitos no mundo tem. Procuro me aprimorar a cada dia para me tornar no futuro um grande futebolista. Fico feliz de já estar chamando a atenção da imprensa internacional”, finalizou.

Ídolo juvenil do futebol e elogiado por jornalistas esportivos e treinadores de futebol de vários países, Mohammed Samir Matar agora está atuando em um clube da Bélgica. Falando ao TV Nils Esporte ele disse: “Muchas gracias y mis hermanos están en la tele TV Nils Esporte. Ahora estoy en Bélgica busca un futuro en él fútbol aqui. Gracias a todos. Todo amor y aprecio al bello Brasil, mi sueño no en el futuro. Los amo”, disse em espanhol. Continuando sua entrevista ao TV Nil Esporte, o jovem ídolo do futebol da Palestina disse: “Estoy fuera de Palestina por tres meses. Estudiante de protección internacional en Bélgica. No quiero volver a Palestina. La situación en Palestina es una guerra muy seria y un peligro allí. Necesito una alarma en los medios brasileños y para que todo el mundo sepa”. disse

Como vemos nas colocações do jovem ídolo do futebol do Oriente Médio, sua mudança repentina para Bélgica com sua família, se fez devido aos problemas políticos que envolvem sua região natal, com guerras que duram décadas, comprometendo a segurança do craque que é motivo de ciúmes devido estar sempre na mídia e contribuir para que o mundo olhe para a Palestina com ações de apoio. A saída de Morammed Samir Matar da Palestina para Bélgica foi de fato por questões de segurança do próprio atleta e da sua família.

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Acima, fotos de Mohammed Samir Matar no Helal Sports Club, da Palestina

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Mohammed Samir Matar agora mostra seu futebol na Bélgica, onde ganhou status político de “estudante sobre proteção internacional”

 

Saiba mais sobre a Palestina e suas questões políticas

Estado da Palestina (em árabe: دولة فلسطينDawlat Filasṭīn) é um Estado de jure que reivindica soberania sobre os territórios da Cisjordania e da Faixa de Gaza e que designa Jerusalém Oriental como sua capital, apesar de seu centro administrativo estar localizado na cidade de Ramallah. A sua independência foi declarada em 15 de Novembro de 1988 pela Organização para a Libertação da Palestina (OLP) e por seu governo no exílio em Argel, na Argélia. No entanto, a maioria das áreas reivindicadas pelos palestinos estão ocupadas por Israel desde a Guerra dos Seis Dias, em 1967. Em 1993, os Acordos de Oslo estabeleceram a Autoridade Nacional Palestina, que realiza a administração sócio-política de áreas delimitadas dos territórios, enquanto o Hamas controla a Faixa de Gaza.

Em outubro de 1974 a cúpula da Liga Árabe designou a OLP como o “único representante legítimo do povo palestino” e reafirmou “o seu direito de estabelecer um Estado independente com urgência”. Em novembro de 1974, a OLP foi reconhecida como competente em todos os aspectos referentes à questão Palestina pela Assembleia Geral da ONU, que concedeu-lhe o estatuto de observador como uma “entidade não-estatal” dentro da organização. Depois da declaração de independência de 1988, a Assembleia Geral oficialmente “reconheceu” a proclamação e decidiu usar a designação “Palestina”, ao invés de “Organização para a Libertação da Palestina”.Apesar desta decisão, a OLP não participa da ONU na qualidade de governo da Palestina.

Em 1993, com os Acordos de Oslo, o governo israelense reconheceu a equipe negociadora da OLP como “representante do povo palestino”, com a condição de que a OLP reconhecesse o direito do Estado de Israel de existir em paz, aceitasse as resoluções 242 e 338 do Conselho de Segurança da ONU e rejeitasse “a violência e o terrorismo”. Como resultado, em 1994 a OLP estabeleceu a administração territorial da Autoridade Nacional Palestina (ANP), que exerce algumas funções governamentais em partes da Cisjordânia e da Faixa de Gaza. Em 2007, o Hamas assumiu o governo da Faixa de Gaza, o que dividiu os palestinos politicamente e territorialmente. O Fatah, de Mamoud Abbas, ficou com o governo de grande parte da Cisjordânia, enquanto o Hamas obteve o controle da Faixa de Gaza. Em abril de 2011, os partidos palestinos assinaram um acordo de reconciliação, mas a sua implementação foi suspensa, até que um governo de unidade foi formado no dia 2 de junho de 2014.

Em 29 de novembro de 2012, a Assembleia Geral da ONU aprovou em uma votação a Resolução 67/19, que atualiza o estatuto da Palestina de uma “entidade observadora” para um “Estado observador não-membro” dentro do sistema das Nações Unidas, o que foi descrito como o reconhecimento de facto da soberania da OLP sobre os territórios palestinos. Em 17 de Dezembro de 2012, a ONU declarou que “a designação de ‘Estado da Palestina’ será utilizada pelo secretariado em todos os documentos oficiais das Nações Unidas”. Em 27 de Setembro de 2013, 134 (69,4%) dos 193 países-membros das Nações Unidas reconheceram a existência do Estado da Palestina. Muitos dos países que não reconheceram o Estado Palestino, no entanto, reconhecem a OLP como “representante do povo palestino”.

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