Política

Vereadores de oposição e situação brigam por verba de gabinete em Timon

Vereadores de oposição vão custar 12 milhões para os cofres do município

O corte da verba tem causado fúria nos vereadores de oposição que não aceitam perder os 11 mil reais por mês, justo no período eleitoral. Entenda o caso: O Ministério Público, notificou a Câmara de Vereadores, questionando sobre a verba indenizatória e orientando que houvesse mais clareza na prestação de contas dos vereadores. Ao perceber que a maior parte dessa verba era gasta com aluguel de carros e combustível, o MP sugeriu para a Câmara Municipal que fizesse isso por meio de licitação, o que já foi acatado pela Casa Legisladora. Com base nas orientações, o vereador Jair Mayner (PSB), fez um projeto de lei aonde se acabaria com essa verba indenizatória de 11 mil por mês. Mas os vereadores de oposição votaram a favor da verba de gabinete, contrariando as recomendações do Ministério Público.

O que causa estranheza na atitude do G12, é que o Ministério Publico só notificou a Câmara depois de um vereador, que faz parte do G12, acusar a mesa diretora de estar usando dinheiro público de forma irregular, o mesmo inclusive ofereceu seu próprio gabinete para servir como sala de investigação do MP. Após as recomendações do Ministério Publico, um outro vereador que também faz parte do G12 chegou a sugerir depositar toda a verba de gabinete já recebida em juízo, por garantir que não queria dinheiro sujo. Pelo que se vê do G12, uma coisa é o discurso e outra coisa é a prática.

Se cada vereador ganha quase 8 mil reais e recebendo essa verba de 11 mil, um único vereador custará aos cofres públicos quase 19 mil reais mensais, juntos, o G12 custará para o município 12 milhões de reais.
Os vereadores de oposição não querem perder a mamata e isso vai custar o dinheiro do povo timonense. A cidade ainda precisa de muitas coisas, para se ter uma ideia 1 km de asfalto custa 250.000,00 (duzentos e cinquenta mil reais), com 12 milhões daria para se fazer mais de 45 km de asfalto. Para se fazer um poço na zona rural custa na média 40.000,00 (quarenta mil reais). Esse dinheiro resolveria muitos problemas de nossa cidade, mas o G12 prefere resolver seus problemas pessoais.

Os vereadores de posição voltaram a se unir, desta vez não pela eleição da Câmara Municipal, MAS PELA VERBA DE 11 MIL.

Abre o olho Timonense, essa aliança está custando caro para o povo.

O grupo dos 12 vereadores que votaram a favor da verba de gabinete são:

Anderson Pêgo, Ramon Jr, Prof. Socorro, Prof. Cláudia – Hélber Guimarães, Kaká do Frigosá – Raimundo Ração, Dr. Tuá, Francisco Torres, Adão da Ceasa, Henrique Júnior e Antunes da Farmácia.

Vereadores da situação:

Os vereadores que votaram contra a verba indenizatória, seguindo as orientações do Ministério Público foram, Uilma Resende, José Carlos Assunção, Coca do Mata-pasto, Celso Tacoani – Vavá, Ivan do Saborear, Chagas Cigarreiro, Juarez Morais, Jair Mayner.

Segundo uma fonte, a continuação da verba foi comemorado pelos vereadores, ao que um declarou: “Estamos unidos e pela verba mesmo. Quem vai abrir mão de 11 mil reais por mês?”.

Só quem perde com isso é a população timonense, que pagará esse alto salário aos vereadores que só trabalham em média 6 horas semanais.

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