Cidade

SAMU abre novo ponto de apoio para otimizar atendimento na zona Norte

A expectativa é diminuir o tempo nos atendimentos de ambulâncias

O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) Teresina abrirá ainda esta semana um novo ponto de apoio na zona Norte da capital. A expectativa é diminuir o tempo de resposta nos atendimentos de ambulâncias para esta área da cidade. O novo ponto de apoio ficará localizado no Hospital Oséas Sampaio, bairro matadouro.

“Com o novo ponto de apoio nós vamos podermos atender com mais agilidade as chamadas na região Norte. Vamos continuar trabalhando para oferecer aos Teresinenses uma saúde com melhor qualidade”, disse Charles Silveira, presidente da Fundação Municipal de Saúde.

Francina Amorim, diretora de SAMU Teresina fala que já existem dois pontos de apoio na zona Norte. “Com uma viatura de suporte básico localizada no Hospital Mariano Castelo Branco, na Santa Maria da Codipi e outro ponto de apoio no Hospital do Buenos Aires, com duas viatura de suporte básico e uma motolância. Agora teremos esse outro ponto de apoio no Matadouro com uma viatura de suporte avançado”, explica.

O SAMU Teresina possui oito viaturas de suporte básico, três viaturas de suporte avançado e quatro motolâncias para atender a população da capital. Além dos pontos de apoio na zona Norte, existem ainda mais três na cidade. Um na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do Renascença, com duas viaturas de suporte básico e uma motolância. Outro ponto de apoio do SAMU fica localizado no Hospital do Monte Castelo, com duas viaturas de suporte básico. O Hospital do Promorar também é ponto de apoio do SAMU, com duas viaturas de suporte básico.
Controle de tuberculose é tema de capacitação com equipes de saúde do município.

Com 251 casos de tuberculose registrados em 2018, a Fundação Municipal de Saúde (FMS) viu a necessidade de reciclar os profissionais das equipes Estratégia Saúde da Família (ESF) quanto a suspeita, diagnóstico, tratamento e acompanhamento dos casos da doença em Teresina. O treinamento começou na terça-feira(05), no auditório da Diretoria de Vigilância em Saúde da FMS.

A atualização se baseia no novo manual de orientações no controle da doença, elaborado pelo Ministério da Saúde em 2018. “O objetivo é reciclar e atualizar todas as equipes com informações, e também analisar os indicadores de controle da doença e assim rever principalmente esta parte operacional dos processos de trabalho da atenção básica”, explica Carlos Gilvan Nunes, chefe do Núcleo de Doenças Negligenciadas da FMS.

A tuberculose é uma doença que requer atenção, pois seus números têm ascendido no mundo todo. A diretora de Vigilância em Saúde da FMS, Amariles Borba, cita trabalhos da literatura médica que já relaciona este fenômeno ao aquecimento global, que leva a um aumento de doenças infecciosas, já que as bactérias e vírus encontram a temperatura ideal para aumentar sua população. Somente em Teresina foram 251 casos registrados em 2018, contra 232 em 2017. No ano passado, três óbitos pela doença foram registrados na cidade; em 2017, foram sete.

O tratamento da tuberculose é longo, varia entre seis meses e dois anos e precisa ser continuado mesmo quando os sintomas da doença desaparecem. No entanto, uma média de 6,6% dos pacientes abandonam o tratamento antes do seu término por acharem que estão curados, o que pode abrir espaço a formas mais resistentes da bactéria causadora da doença. É neste ponto que entra o trabalho da equipe ESF, que deve monitorar todo o tratamento. “O paciente pelo menos três vezes por semana precisa tomar dose sob supervisão. Se não puder ir à UBS, ele deve ser acompanhado pelo agente comunitário de saúde”, explica Carlos Gilvan Nunes. “Essa visita e observação constante é importante para cumprir a etapa da supervisão e diminuir principalmente as taxas de abandono a aumentar a possibilidade de cura”, afirma ele.

A tuberculose é uma doença infectocontagiosa que afeta principalmente os pulmões, mas também pode acometer órgãos como ossos, rins e meninges (membranas que envolvem o cérebro). Cada paciente com tuberculose pulmonar que não se trata, pode infectar em média 10 a 15 pessoas por ano. Alguns fatores contribuem para a disseminação da doença, tais como a pobreza e má distribuição de renda, a AIDS, a desnutrição, as más condições sanitárias e a alta densidade populacional.

Controle de tuberculose é tema de capacitação com equipes de saúde do município

Com 251 casos de tuberculose registrados em 2018, a Fundação Municipal de Saúde (FMS) viu a necessidade de reciclar os profissionais das equipes Estratégia Saúde da Família (ESF) quanto a suspeita, diagnóstico, tratamento e acompanhamento dos casos da doença em Teresina. O treinamento começou sábado, dia (05), no auditório da Diretoria de Vigilância em Saúde da FMS.

A atualização se baseia no novo manual de orientações no controle da doença, elaborado pelo Ministério da Saúde em 2018. “O objetivo é reciclar e atualizar todas as equipes com informações, e também analisar os indicadores de controle da doença e assim rever principalmente esta parte operacional dos processos de trabalho da atenção básica”, explica Carlos Gilvan Nunes, chefe do Núcleo de Doenças Negligenciadas da FMS.

A tuberculose é uma doença que requer atenção, pois seus números têm ascendido no mundo todo. A diretora de Vigilância em Saúde da FMS, Amariles Borba, cita trabalhos da literatura médica que já relaciona este fenômeno ao aquecimento global, que leva a um aumento de doenças infecciosas, já que as bactérias e vírus encontram a temperatura ideal para aumentar sua população. Somente em Teresina foram 251 casos registrados em 2018, contra 232 em 2017. No ano passado, três óbitos pela doença foram registrados na cidade; em 2017, foram sete.

O tratamento da tuberculose é longo, varia entre seis meses e dois anos e precisa ser continuado mesmo quando os sintomas da doença desaparecem. No entanto, uma média de 6,6% dos pacientes abandonam o tratamento antes do seu término por acharem que estão curados, o que pode abrir espaço a formas mais resistentes da bactéria causadora da doença. É neste ponto que entra o trabalho da equipe ESF, que deve monitorar todo o tratamento. “O paciente pelo menos três vezes por semana precisa tomar dose sob supervisão. Se não puder ir à UBS, ele deve ser acompanhado pelo agente comunitário de saúde”, explica Carlos Gilvan Nunes. “Essa visita e observação constante é importante para cumprir a etapa da supervisão e diminuir principalmente as taxas de abandono a aumentar a possibilidade de cura”, afirma ele.

A tuberculose é uma doença infectocontagiosa que afeta principalmente os pulmões, mas também pode acometer órgãos como ossos, rins e meninges (membranas que envolvem o cérebro). Cada paciente com tuberculose pulmonar que não se trata, pode infectar em média 10 a 15 pessoas por ano. Alguns fatores contribuem para a disseminação da doença, tais como a pobreza e má distribuição de renda, a AIDS, a desnutrição, as más condições sanitárias e a alta densidade populacional.

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