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Professores e alunos da Uespi realizam projeto para pessoas com deficiência, transtorno e superdotação

O grupo têm por objetivo divulgar e produzir conhecimentos científicos sobre a inclusão social e escolar dessas pessoas.

Alunos e professores do curso de Pedagogia, da Universidade Estadual do Piauí (Uespi), campus Professor Barros Araújo – Picos, promovem o Grupo de Estudos em Educação Inclusiva (GEEI).

Em meio à pandemia de Covid-19, o GEEI realiza o projeto de extensão: Bate-papo Inclusivo, no Instagram. Nesta quarta-feira (12), será realizada a live: integração sensorial e autismo – do desenvolvimento à aprendizagem.

Nos dias 19, 21 e 26 de agosto, a programação do projeto conta com mais lives sobre educação infantil e autismo; Inclusão do aluno surdo no espaço escolar; Autismo e fonoaudiologia.

Confira a programação do projeto Bate-papo Inclusivo no Instagram do GEEI.

O GEEI

O grupo tem por objetivo divulgar e produzir conhecimentos científicos sobre a inclusão social e escolar de pessoas com deficiência, transtorno e superdotação. Criado em 2013, o projeto conta com a participação de egressos do curso de Pedagogia, professores do campus de Floriano, e psicopedagoga do Maranhão.

Parte dos membros do GEEI (obs: fotos tirada antes da pandemia)

De acordo com uma das coordenadoras do GEEI, professora Fabricia Gomes, o projeto contempla o tripé universitário: Ensino, Pesquisa e Extensão. “O grupo realiza encontros virtuais uma vez por semana para discutir temas da área. Além disso, os integrantes que estão na graduação fazem pesquisas sobre Educação Especial Inclusiva, bem como realizam projetos que tornam possível a disseminação e sensibilização de aspectos do Público Alvo da Educação Especial (PAEE). Também participamos de eventos para expor os resultados de nossas pesquisas”, destaca a docente.

Estudos

Todas as 36 pessoas que participam da ação desenvolvem estudos na área. Como, por exemplo, a discente Raquel Alves Gonçalves, que realiza uma pesquisa sobre necessidades e expectativas do aluno superdotado. Segundo ela, ainda é pouco o número de informações referentes ao grupo de pessoas com altas habilidades.

“Este público faz parte da educação especial, que também necessita de formação adequada para professores, como também, de auxílio para famílias com pessoas que possuem essa especificidade”, aponta Raquel.

Considerada a 2° língua oficial do Brasil, Libras foi o tema do Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) de Daniela Rosa. A egressa da Uespi detalhou as diferenças entre os cursos técnico-profissionalizantes e de pós-graduação (ambos em Libras), com sua relação pedagógica por meio do projeto: “Libras: mergulhando em um silêncio de diálogos”, desenvolvido com crianças da Escola Duque de Caxias.

Apresentação do TCC de Daniela (saia verde) ao falo de professoras

“Esta pesquisa é uma importante ferramenta de inclusão na aprendizagem do aluno surdo, e de como podemos melhorar o ensino técnico-profissionalizante e pós-graduação. Podemos entender a percepção do surdo diante do mundo por meio dos conhecimentos sobre Libras”, ressalta Daniela Rosa.

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